
O anúncio é
feito um dia após o massacre contra militantes islamitas, que deixou mais de
500 mortos no país.
Na ofensiva de ontem, houve confrontos violentos em diversas
partes do Egito, em especial na capital, onde foram desalojadas as duas
ocupações feitas pelos islamitas desde 3 de julho, quando o presidente Mohammed
Mursi foi deposto após uma ação militar.
Houve diversas denúncias de uso de balas letais tanto pela
polícia quanto por aliados da Irmandade Muçulmana, o que pode ter contribuído
para o alto número de vítimas. A medida pode fazer com que se aprofunde a crise
política no país, o que poderia levar a uma guerra civil.