sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Paulo Angelini lança seu livro Tropa em Alfa 11

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Acontece no 17 de Dezembro o lançamento  BEST SELLER policial “TROPA EM ALFA 11”, do escritor Paulo Hohenfeld Angelini. O livro conta a história da Greve Policial de 2012, um dos maiores movimentos paredistas já realizados pela corporação. O lançamento será as 18:00 no Espaço Memorial Dona Dedé, no centro de Guanambi e para abrilhantar o evento haverá um show de voz e violão com Gil Martins.

 Paulo Hohenfeld Angelini atualmente mora em Guanambi e trabalha na Associação de Policiais e Bombeiros e de seus Familiares do Estado da Bahia (ASPRA). Ele foi expulso da corporação em 1994 após participar de um movimento grevista à época.
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Os interessados podem está pedindo o livro pelo telefone (Whatsapp): (77) 99178-0077 ou através de um recado no Facebook de Paulo Hohenfeld. O livro também está disponível em Feira de Santana pelo telefone: (77) 99807-9256, falar com Ribas.

REVIVA UM POUCO DESSA GRANDE HISTÓRIA:

Foi onze dias de temores, insegurança, recrudescimento da violência e ensaios de disseminação do caos.

A greve da PMBA foi anunciada no dia 31 de janeiro, e ganhou repercussão internacional, sendo comentada nos principais veículos de comunicação brasileiros. Os policiais militares acamparam na Assembleia Legislativa da Bahia, se mantendo no local mesmo após a presença e embate com militares do Exército Brasileiro e policiais federais.

O movimento também foi grande em cidades do interior, as mais importantes foram; Feira de Santana, Ilhéus, Jequié, Santo Antônio de Jesus e Itabuna.

Com a repercussão do movimento, postura intransigente do governo, que inicialmente disse não negociar enquanto a greve ocorresse, mudou em virtude dos clamores da opinião pública por uma solução do problema.

As negociações, porém, não contaram com a participação da associação que liderou sozinha o movimento e do seu maior líder, Sd Prisco, na época, apenas um incansável ex SD na luta por Justiça e Liberdade, “bandeira da ASPRA” – (Associação dos Policiais e Bombeiros militares e seus familiares do estado da Bahia). Enquanto a Associação de Praças da Polícia Militar (APPM), a com maior número de filiados naquele ano, dava declarações contraditórias e tida pelos praças de “postura covarde”, em relação à participação na mobilização, a Associação de Oficiais da PMBA (AOPM) decidiu em assembleia realizada já no penúltimo dia da greve que não iria aderir à mobilização – (como sempre).

Ao fim, com muita garra e persistência e mesmo com o governo usando a mídia pra desqualificar o movimento, foi conseguido o pagamento da Gratificação da Atividade Policial (GAP 4 e 5), pra toda à categoria do Alsd ao Cel, uma grande vitória.


E todos conheceram a importância e necessidade dessa categoria como também força da Aspra, naquela época pouco conhecida, e hoje a mais atuante associação representativa de classe PM do País. //Ribas
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